Tá no sangue

Quando você passa a maior parte da infância dentro de um fusca, e tudo que se conhece e tem referência está sobre quadro rodas, é difícil não associar valores como família ao carrinho.

Luis Rauber foi criado praticamente dentro de um fusca! O pai dele sempre teve este modelo de carro, aliás nem se cogitava outra opção de automóvel. Na infância, Rauber trabalhava com o pai na mercearia da família, e usavam o fusquinha para fazer as entregas. Isso quando não levavam a família toda junto, só para dar um passeio pela cidade.

Alguns anos se passaram e colecionar fuscas para Rauber é como se voltasse a ter a oportunidade de viver um pouco daquele tempo da infância, em que toda a família compartilhava da mesma paixão:

Fusca. O colecionador tem quatro fuscas na garagem de casa, onde mora em Novo Hamburgo (RS). Cada um de uma cor, peculiaridades e épocas diferentes.

Mas a realização do grande sonho de infância só veio a se realizar quando ele conseguiu adquirir aquele com o qual jamais esqueceu: o fusca, do ano de 1953. Ano de carro em que há 50 anos, trabalhava com o pai pelas ruas da cidade.

Agora sim! Rauber se sente completo! É inevitável não chamar a atenção por onde passa. Pois o carro foi restaurando com peças originais. Para algumas pessoas fuscas são apenas automóveis, para outras, são como membros da família em que estar dirigindo um desses, é algo que está no sangue.

Confira essa a paixão de Rauber pelos seus filhos…

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